CINQUENTA ANOS

Há quarenta anos, vivo imaginando o viver. Ainda não construi a imagem ideal, creio que em mais quarenta anos ainda não terei conseguido.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

GUERRA


A torre alta refletindo a luz
Iluminando aqueles corpos nus
Pálidos, frios em expiação
Corpos sem alma, uma maldição

Leve tremeluzir do pavilhão no ar
Insígnia chama tênue a se apagar
Ódio espreitando em todo o lugar
Lamento e pranto a se espalhar

Sonho e sorriso a se estilhaçar
No muro que o preconceito faz elevar
Fogo e cinza o amor enterram
Sem trégua ou absolvição 
O homem em si mesmo o bastião
Da guerra



22/09/2014

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